Para os formandos de ADMINISTRAÇÃO e tecnólogos de PROCESSOS GERENCIAIS, GESTÃO EM RH, GESTÃO FINANCEIRA, GESTÃO COMERCIAL e etc...
FABRÍZIO MELLER DA SILVA
Um local para expressar ideias e opiniões para juntos construírmos um mundo melhor!!
MAIS VEREADORES... DIGO NÃO!!!
Humor e comentário sobre o aumento de vereadores em todo o Brasil... Eu particularmente sou contra o aumento de vereadores em qualquer cidade do Estado do Paraná, como Cianorte, Maringá, Londrina e etc...
Não deixe de ver o vídeo de um amigo!
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SAIBA QUANTO CUSTA UM SENADOR E DEPUTADO DO SEU ESTADO!
CONGRESSO BRASILEIRO É O QUE MAIS PESA NO BOLSO DA POPULAÇÃO NA COMPARAÇÃO COM OS PARLAMENTOS DE 11 PAÍSES.
Um bom estudo da ONG Transparência Brasil revelou de maneira clara e objetiva a condição dos investimentos e gastos públicos com o Poder Legislativo da nação brasileira. Clique Aqui e veja um rápido relatório de onze páginas.
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""HOMOFOBIA, NÃO! HOMODIAFONIA.""
Por Pr. Marcelo Gomes (15/05/2011)
Por favor,não assuste. Sei que a palavra é estranha. Na verdade, trata-se de um neologismo. Eu mesmo o criei (ao menos, sua digitação nos sítios de busca não acusa qualquer resultado). Estava incomodado com o monopólio da outra. Do jeito que vai o debate, parece que o mundo divide-se entre homossexuais e simpatizantes, de um lado, e homofóbicos, de outro. Não concordo.
Homofobia, do grego “homo” (igual) e “fobia” (medo), significa, literalmente, “aversão, medo ou ódio em relação ao homossexual”. Dito assim, não me considero homofóbico. Não tenho medo, apenas discordo da opção e de sua pretensa legitimidade. Foi como cheguei a Homodiafonia, do grego “homo” (igual) e “diafonia” (dois sons distintos, dissonância, discordância). Significa, literalmente, discordância da opção homossexual. Meu caso. Explico:
1. Como cristão, que reconhece as Sagradas Escrituras como regra única de fé e prática, entendo que devo concordar com o apóstolo Paulo quando sugere que o homossexualismo é pecado e consequência do distanciamento do ser humano em relação a Deus: “por causa disso, Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram as relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão” (Romanos 1:26-27).
2. Como cristão, criacionista, isto é, que reconhece na origem do universo a decisão criativa e intencional de Deus, entendo que homens e mulheres foram feitos para um propósito supremo que envolve suas histórias, raças e gênero. Não posso aceitar que um homem, cuja constituição física não lhe faculta o pleno relacionamento com outro homem, ou que uma mulher, para quem ocorre o mesmo, defendam sua opção homossexual como natural. É uma escolha antinatural, que não resulta dos apelos do organismo (o qual não a acompanha) nem de qualquer confissão de fé que apresente um Deus pessoal e soberano (pois pressupõe o acaso ou um tipo de equívoco inicial).
3. Contudo, como cristão, que reconhece a fé como dádiva e a conversão como obra do Espírito, entendo também que as verdades bíblicas e suas implicações práticas não são impositivas, mas um convite à vida em abundância que Deus mesmo concede por sua graça. “Se alguém quiser vir após mim...” – disse Jesus. A igreja não deve se esforçar para obrigar o mundo a viver de acordo com suas convicções (equívoco da cristandade medieval que só produziu guerras e ódio), mas conquistá-lo com amor e testemunho vivo, para que todos vejam como vale a pena andar com Cristo e obedecer aos seus mandamentos. “Não é por força nem por violência...”
4. Como cristão, ainda, que reconhece o direito à vida e à liberdade, desde que não interfira na liberdade alheia, anulando-a, entendo que preconceito, discriminação ...ou perseguição refletem um espírito antibíblico e demoníaco, gerador de contendas e conflitos. Não concordo que a Igreja deva tentar negar aos homossexuais o direito à cidadania e aos acessos comuns a todos, mas também não admito que sua pregação e estilo de vida sejam violentados em nome de uma pseudo-tolerância, uma vez que mostra-se tolerante unicamente com um dos lados interessados. Quero viver numa sociedade onde homossexuais tenham direito de viver como bem entendem e que a Igreja tenha direito de pregar contra todos que vivem como bem entendem, desprezando, assim, a vontade de Deus.
5. Como cristão, que reconhece o poder de Deus para transformar o indivíduo e a coletividade, entendo que tenho o direito de incentivar e apoiar todo homossexual que, rendendo-se aos desafios do Evangelho, assuma que é possível e necessário renunciar a si mesmo e à prática do homossexualismo. Não direi que é doença, nem demônio, nem safadeza (pois, na esmagadora maioria dos casos, não é nada disso), mas que é uma opção contrária àquela que nos propõem as Escrituras, assim como a poligamia, a pornografia, a prostituição, o sexo antes do casamento e tantas outras questões não morais (socialmente, falando), mas espirituais, isto é, que reconhecemos e assumimos como artigos de fé. Um homossexual convertido pode tanto desenvolver uma dinâmica relacional heterossexual quanto tornar-se celibatário por amor a Deus. Tudo é possível ao que crê!
6. Como cristão, que confessa que Deus é amor, sou radicalmente contrário a toda forma de violência contra homossexuais ou quaisquer outros grupos minoritários, incompreendidos ou, simplesmente, diferentes.
7. Enfim, como cristão, que aprendeu com Jesus que piores que aqueles que a religião identifica como impuros e perdidos são aqueles que, religiosos, perderam a capacidade de ouvir a Deus e amar o próximo, digo que nenhum homofóbico, ou racista, ou idólatra, ou avarento, ou arrogante... pode ser um cidadão legítimo do Reino de Deus. Vamos cuidar das traves em nossos olhos antes de apontarmos os ciscos nos olhos alheios.
Por tudo isso, considero-me homodiáfono. Respeito os homossexuais em sua individualidade e sei que há muitos cuja postura e caráter envergonhariam muitos religiosos. No entanto, devo discordar de sua opção e convidá-los ao arrependimento e à autonegação a que tento me submeter diariamente, ainda que nem sempre com sucesso. Deus nos ajudará, ainda que nos faltem a força, os recursos e até as palavras.
Fonte: Material publicado na bolitem da Primeira Igreja Presbiteriana Independente de Maringá, do dia 15 de maio de 2011.
Por favor,não assuste. Sei que a palavra é estranha. Na verdade, trata-se de um neologismo. Eu mesmo o criei (ao menos, sua digitação nos sítios de busca não acusa qualquer resultado). Estava incomodado com o monopólio da outra. Do jeito que vai o debate, parece que o mundo divide-se entre homossexuais e simpatizantes, de um lado, e homofóbicos, de outro. Não concordo.
Homofobia, do grego “homo” (igual) e “fobia” (medo), significa, literalmente, “aversão, medo ou ódio em relação ao homossexual”. Dito assim, não me considero homofóbico. Não tenho medo, apenas discordo da opção e de sua pretensa legitimidade. Foi como cheguei a Homodiafonia, do grego “homo” (igual) e “diafonia” (dois sons distintos, dissonância, discordância). Significa, literalmente, discordância da opção homossexual. Meu caso. Explico:
1. Como cristão, que reconhece as Sagradas Escrituras como regra única de fé e prática, entendo que devo concordar com o apóstolo Paulo quando sugere que o homossexualismo é pecado e consequência do distanciamento do ser humano em relação a Deus: “por causa disso, Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram as relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão” (Romanos 1:26-27).
2. Como cristão, criacionista, isto é, que reconhece na origem do universo a decisão criativa e intencional de Deus, entendo que homens e mulheres foram feitos para um propósito supremo que envolve suas histórias, raças e gênero. Não posso aceitar que um homem, cuja constituição física não lhe faculta o pleno relacionamento com outro homem, ou que uma mulher, para quem ocorre o mesmo, defendam sua opção homossexual como natural. É uma escolha antinatural, que não resulta dos apelos do organismo (o qual não a acompanha) nem de qualquer confissão de fé que apresente um Deus pessoal e soberano (pois pressupõe o acaso ou um tipo de equívoco inicial).
3. Contudo, como cristão, que reconhece a fé como dádiva e a conversão como obra do Espírito, entendo também que as verdades bíblicas e suas implicações práticas não são impositivas, mas um convite à vida em abundância que Deus mesmo concede por sua graça. “Se alguém quiser vir após mim...” – disse Jesus. A igreja não deve se esforçar para obrigar o mundo a viver de acordo com suas convicções (equívoco da cristandade medieval que só produziu guerras e ódio), mas conquistá-lo com amor e testemunho vivo, para que todos vejam como vale a pena andar com Cristo e obedecer aos seus mandamentos. “Não é por força nem por violência...”
4. Como cristão, ainda, que reconhece o direito à vida e à liberdade, desde que não interfira na liberdade alheia, anulando-a, entendo que preconceito, discriminação ...ou perseguição refletem um espírito antibíblico e demoníaco, gerador de contendas e conflitos. Não concordo que a Igreja deva tentar negar aos homossexuais o direito à cidadania e aos acessos comuns a todos, mas também não admito que sua pregação e estilo de vida sejam violentados em nome de uma pseudo-tolerância, uma vez que mostra-se tolerante unicamente com um dos lados interessados. Quero viver numa sociedade onde homossexuais tenham direito de viver como bem entendem e que a Igreja tenha direito de pregar contra todos que vivem como bem entendem, desprezando, assim, a vontade de Deus.
5. Como cristão, que reconhece o poder de Deus para transformar o indivíduo e a coletividade, entendo que tenho o direito de incentivar e apoiar todo homossexual que, rendendo-se aos desafios do Evangelho, assuma que é possível e necessário renunciar a si mesmo e à prática do homossexualismo. Não direi que é doença, nem demônio, nem safadeza (pois, na esmagadora maioria dos casos, não é nada disso), mas que é uma opção contrária àquela que nos propõem as Escrituras, assim como a poligamia, a pornografia, a prostituição, o sexo antes do casamento e tantas outras questões não morais (socialmente, falando), mas espirituais, isto é, que reconhecemos e assumimos como artigos de fé. Um homossexual convertido pode tanto desenvolver uma dinâmica relacional heterossexual quanto tornar-se celibatário por amor a Deus. Tudo é possível ao que crê!
6. Como cristão, que confessa que Deus é amor, sou radicalmente contrário a toda forma de violência contra homossexuais ou quaisquer outros grupos minoritários, incompreendidos ou, simplesmente, diferentes.
7. Enfim, como cristão, que aprendeu com Jesus que piores que aqueles que a religião identifica como impuros e perdidos são aqueles que, religiosos, perderam a capacidade de ouvir a Deus e amar o próximo, digo que nenhum homofóbico, ou racista, ou idólatra, ou avarento, ou arrogante... pode ser um cidadão legítimo do Reino de Deus. Vamos cuidar das traves em nossos olhos antes de apontarmos os ciscos nos olhos alheios.
Por tudo isso, considero-me homodiáfono. Respeito os homossexuais em sua individualidade e sei que há muitos cuja postura e caráter envergonhariam muitos religiosos. No entanto, devo discordar de sua opção e convidá-los ao arrependimento e à autonegação a que tento me submeter diariamente, ainda que nem sempre com sucesso. Deus nos ajudará, ainda que nos faltem a força, os recursos e até as palavras.
Fonte: Material publicado na bolitem da Primeira Igreja Presbiteriana Independente de Maringá, do dia 15 de maio de 2011.
10 características do empreendedor
Segundo o Sebrae, por meio do curso EMPRETEC (financiando pelo Banco Mundial), as dez características/atitudes do empreendedor são:
1) Busca de oportunidade e iniciativa (se antecipar aos fatos e criar novas oportunidades de negócios).
2) Persistência (enfrentar os obstáculos decididamente).
3) Correr riscos calculados (assumir desafios ou riscos moderados e responder pessoalmente por eles).
4) Exigência de qualidade e eficiência (decisão de fazer sempre as expectativas de prazos e padrões de qualidade).
5) Comprometimento (com o cliente e com o próprio empresário).
6) Busca de informações (busca pessoalmente, consulta especialistas).
7) Estabelecimento de metas (estabelece metas de longo e curto prazo mensuráveis).
8) Planejamento e monitoramento sistemáticos (planeja e aprende a acompanhá-lo sistematicamente a fim de atingir as metas a que se propôs).
9) Persuasão e rede de contatos (saber persuadir e utilizar sua rede de contatos atuando para desenvolver e manter relações comerciais).
10) Independência e autoconfiança (busca autonomia em relação a normas e procedimentos para alcançar o sucesso).
1) Busca de oportunidade e iniciativa (se antecipar aos fatos e criar novas oportunidades de negócios).
2) Persistência (enfrentar os obstáculos decididamente).
3) Correr riscos calculados (assumir desafios ou riscos moderados e responder pessoalmente por eles).
4) Exigência de qualidade e eficiência (decisão de fazer sempre as expectativas de prazos e padrões de qualidade).
5) Comprometimento (com o cliente e com o próprio empresário).
6) Busca de informações (busca pessoalmente, consulta especialistas).
7) Estabelecimento de metas (estabelece metas de longo e curto prazo mensuráveis).
8) Planejamento e monitoramento sistemáticos (planeja e aprende a acompanhá-lo sistematicamente a fim de atingir as metas a que se propôs).
9) Persuasão e rede de contatos (saber persuadir e utilizar sua rede de contatos atuando para desenvolver e manter relações comerciais).
10) Independência e autoconfiança (busca autonomia em relação a normas e procedimentos para alcançar o sucesso).
Escritórios de advocacia devem ser administrados como empresa
A advocacia deve ser vista como um negócio. Não dá mais para imaginar um escritório que, por oferecer um serviço personalizado aos seus clientes, não disponha de estrutura administrativa adequada para o exercício pleno das atividades do advogado. Como o mercado advocatício é bastante competitivo - números da Ordem dos Advogados do Brasil revelam a existência de 586 mil profissionais e 83 mil estagiários registrados -, a diferenciação está na colocação em prática da administração legal.
CLIQUE AQUI e veja reportagem completa do CRA-SP (Conselho Regional de Administração.
CLIQUE AQUI e veja reportagem completa do CRA-SP (Conselho Regional de Administração.
Escritórios de advocacia devem adotar práticas de administração?
Essa é uma pergunta com diferentes respostas, dependendo de a quem seja feita. Alguns afirmarão, com veemência, que um escritório de advocacia deve ser gerido com base nas melhores práticas de gestão, as mesmas adotadas no meio empresarial. Outros dirão, com igual veemência, que essa é uma idéia totalmente absurda, pois descaracteriza o exercício da profissão de advogado. Os demais talvez se dividam entre aqueles que estão entre o sim e o não e aqueles que não fazem a menor idéia de como responder. CLIQUE AQUI e veja reportagem completa de uma consultoria de marketing jurídico
Operacionalizando um escritório de advocacia
A falta de conhecimentos básicos de administração entre os advogados proprietários de escritórios é uma fonte geradora de problemas que desestruturam o ambiente de trabalho. Clique AQUI e veja a reportagem completa...
Processos Gerenciais realiza gestão de postos de combustível
Projeto prático proporcionou o atendimento e ampliação do faturamento de três postos da cidade
Alunos do primeiro ano do Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais da Universidade Paranaense – Unipar, *Campus* Cianorte, realizaram uma atividade diferente para aprender sobre a criação de micronegócios. O objetivo foi prospectar um para que a comunidade pudesse se beneficiar dos produtos e serviços desenvolvidos pelos alunos.
As atividades foram realizadas sob coordenação do professor Fabrízio Meller da Silva nos postos de combustível Bela Vista, Nacional e Cianorte, com o objetivo de ampliar o faturamento das lojas de conveniência. Para desenvolvimento do trabalho, os alunos receberam R$ 300,00, provenientes de patrocínios, e tiveram horário de expediente estipulado das 9h às 17h.
Eles desenvolveram atividades de logística, marketing, planejamento e organização. Dentre as estratégias implementadas, houve a inserção de comercial em rádio FM/AM, panfletos de divulgação, faixas, brindes, promoção de vendas ‘casadas’ e utilização de redes sociais como Orkut e Facebook, para promoção do projeto. “É uma oportunidade de trazer os alunos às atividades vivenciais nos moldes de instituições estrangeiras; isso foi possível devido à boa relação de parceria entre os participantes”, afirma o professor, ressaltando, ainda, que a atividade possibilitou a aplicação da teoria em prática.
No final do dia, os estudantes comemoraram os bons resultados. De acordo com o professor, eles proporcionaram um retorno financeiro maior que o capital investido pelos postos. “O Posto Nacional teve um aumento em seu faturamento médio aos sábados de 15%. O Posto Cianorte apresentou ampliação de 26% e o Posto Bela Vista em 25%, ampliando as vendas em mais de quinhentas bebidas”, informa.
Para os donos dos estabelecimentos, a atividade foi mais do que válida. “Os alunos poderiam ficar até o horário de fechar o posto, pois as vendas continuariam sendo ampliadas”, diz o gerente Renato Pires. “A atividade foi muita boa para entendermos como é feita a administração e disposição dos produtos na loja de conveniência”, comenta a aluna Mariana Qualioto. “Nós tivemos que negociar com fornecedores e convencê-los de que o negócio daria certo”, emenda o estudante Paulo Ganacin.
Acadêmicos do curso de Processos Gerenciais da UNIPAR, campus Cianorte, realizaram Dia da Pipa em parceria com o Instituto Morena Rosa.
O Projeto Dia da Pipa proporcionou a interação de crianças e adultos de diferentes classes sociais, promovendo um clima de amizade e respeito entre todas as idades. O Projeto, que aconteceu na manhã do dia 27 de novembro de 2010, reuniu 36 crianças que construíram pipas e participaram de um concurso.
Com papéis de seda coloridos, varetas de bambu, cola, tesoura e linha, as crianças, que participam do projeto Toca (Toca Orquestra Criança Amiga) do Instituto Morena Rosa, foram divididas em equipes compostas por um acadêmico da UNIPAR e uma criança, que juntos confeccionaram as pipas para o concurso realizado em duas categorias: Pipa que Voa mais alto e Pipa Mais Bonita.
A atividade foi desenvolvida pelos acadêmicos do 2º ano B, curso Técnico em Processos Gerenciais, coordenados pelo Professor Fabrizio Meller. Durante o evento, um monitor contou a história da Pipa e alertou para os perigos da brincadeira, caso seja executada sem responsabilidade, com a utilização de cerol, por exemplo.
Com papéis de seda coloridos, varetas de bambu, cola, tesoura e linha, as crianças, que participam do projeto Toca (Toca Orquestra Criança Amiga) do Instituto Morena Rosa, foram divididas em equipes compostas por um acadêmico da UNIPAR e uma criança, que juntos confeccionaram as pipas para o concurso realizado em duas categorias: Pipa que Voa mais alto e Pipa Mais Bonita.
A atividade foi desenvolvida pelos acadêmicos do 2º ano B, curso Técnico em Processos Gerenciais, coordenados pelo Professor Fabrizio Meller. Durante o evento, um monitor contou a história da Pipa e alertou para os perigos da brincadeira, caso seja executada sem responsabilidade, com a utilização de cerol, por exemplo.
Tecnólogos em Processos Gerenciais podem obter seu registro profissional
Estudantes comemoraram a conquista, que há tempos os profissionais da área vinham pleiteando. A resolução foi aprovada pelo Conselho Federal de Administração (CFA) no dia 13 de novembro de 2009 em Diário Ocicial da União e incluí muitos cursos superiores em tecnologia. A conquista do registro há muito tempo vem sendo reivindicado pela classe. Com isso, a regularização profissional poderá ser feita através do registro nos Conselhos Regionais de Administração (CRA) dos Estados. Esta decisão proporciona ao tecnólogo o reconhecimento da atividade profissional e a regulamentação da mesma, que irá definir os limites de atuação de cada uma das diferentes formações acadêmicas.
A conquista vale para cursos reconhecidos pelo MEC, como é o caso do Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais da UNIPAR. Nos últimos anos, cresceu significativamente a procura pelos cursos de Graduação em Tecnologia. O perfil dos alunos mudou e, com isso, surgiram outros nichos e áreas onde estes profissionais podem atuar no mercado de trabalho. O CFA demonstra apoio a uma demanda do Ministério da Educação ao que se refere à implementação da política da educação profissional e tecnológica no país.
Parabéns aos alunos de Processos Gerenciais pela conquista e ótimas oportunidades de trabalho que o Conselho Federal de Administração já reconhece!
A conquista vale para cursos reconhecidos pelo MEC, como é o caso do Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais da UNIPAR. Nos últimos anos, cresceu significativamente a procura pelos cursos de Graduação em Tecnologia. O perfil dos alunos mudou e, com isso, surgiram outros nichos e áreas onde estes profissionais podem atuar no mercado de trabalho. O CFA demonstra apoio a uma demanda do Ministério da Educação ao que se refere à implementação da política da educação profissional e tecnológica no país.
Parabéns aos alunos de Processos Gerenciais pela conquista e ótimas oportunidades de trabalho que o Conselho Federal de Administração já reconhece!
Diploma dos tecnólogos vale para concurso e pós-graduação
O diploma de graduação dos tecnólogos tem validade para participação de candidatos em concursos públicos de nível superior, em cursos de especialização e de pós-graduação. A garantia é da área de regulação da educação profissional do Ministério da Educação, diante da dúvida, comum entre os graduandos, quanto à validade do documento.
Muitos estudantes optam inicialmente por essa modalidade de ensino em razão da rapidez de ingresso na vida profissional. Voltados para a formação especializada e, consequentemente, para o mercado de trabalho, os cursos superiores de tecnologia representam 16% da oferta de graduação no país. Assim como os egressos de cursos de bacharelado e licenciatura, os tecnólogos recebem diploma de graduação e têm o mesmo direito de fazer cursos de especialização, de mestrado ou de doutorado e participar de concursos públicos. Podem também ingressar em curso de mestrado profissional.
“Não há restrição legal quanto ao tecnólogo fazer pós-graduação”, ressalta o coordenador de regulação da educação profissional e tecnológica do MEC, Marcelo Feres. “É preciso ter em mente também que o egresso pode dar continuidade aos estudos, independentemente de títulos acadêmicos.” Os cursos tecnológicos existem no Brasil desde a década de 60 do século passado. Nos últimos anos, a procura aumentou. O número de alunos matriculados cresceu, entre 2002 e 2008, de 81,3 mil para 421 mil, segundo dados do censo da educação superior. Entre os cursos mais procurados estão os de gastronomia, automação industrial, análise e desenvolvimento de sistemas, radiologia e gestão de recursos humanos e processos gerenciais. Todos com salários iniciais em torno de R$ 1,5 mil a 2 mil.
Correio Braziliense, 22/07/2010 - Brasília DF
Muitos estudantes optam inicialmente por essa modalidade de ensino em razão da rapidez de ingresso na vida profissional. Voltados para a formação especializada e, consequentemente, para o mercado de trabalho, os cursos superiores de tecnologia representam 16% da oferta de graduação no país. Assim como os egressos de cursos de bacharelado e licenciatura, os tecnólogos recebem diploma de graduação e têm o mesmo direito de fazer cursos de especialização, de mestrado ou de doutorado e participar de concursos públicos. Podem também ingressar em curso de mestrado profissional.
“Não há restrição legal quanto ao tecnólogo fazer pós-graduação”, ressalta o coordenador de regulação da educação profissional e tecnológica do MEC, Marcelo Feres. “É preciso ter em mente também que o egresso pode dar continuidade aos estudos, independentemente de títulos acadêmicos.” Os cursos tecnológicos existem no Brasil desde a década de 60 do século passado. Nos últimos anos, a procura aumentou. O número de alunos matriculados cresceu, entre 2002 e 2008, de 81,3 mil para 421 mil, segundo dados do censo da educação superior. Entre os cursos mais procurados estão os de gastronomia, automação industrial, análise e desenvolvimento de sistemas, radiologia e gestão de recursos humanos e processos gerenciais. Todos com salários iniciais em torno de R$ 1,5 mil a 2 mil.
Correio Braziliense, 22/07/2010 - Brasília DF
Ser humano é infectado por um vírus de computador
Um cientista britânico se apresentou ao mundo como o primeiro ser humano "infectado" por um vírus de computador.
É um vírus, mas não desses que causam doenças como a gripe. O mal que o cientista contraiu não afetou o organismo dele. O contágio é típico da era da internet, uma doença virtual.
Mark Gasson, doutor em cibernética, abre portas eletrônicas sem usar cartões magnéticos. O celular dele não funciona na mão de outra pessoa. Uma simulação mostra por quê. As ordens saem de um chip, instalado embaixo da pele. Foi esse chip que acabou sendo infectado por um vírus eletrônico.
O doutor Gasson mostra que o vírus, criado num computador, foi transferido para o chip, por meio de sinais eletrônicos.
O cientista explica que contaminou o chip de propósito, para testar o risco de contágio em outros equipamentos e alerta: o vírus pode sim ser transmitido para o celular de outra pessoa ou para o cartão magnético de alguém que passe pela mesma porta ou catraca.
Já existem vários chips inseridos nos corpos das pessoas para controlar marcapassos de última geração, para armazenar fichas médicas de pacientes, para rastrear presos em liberdade condicional.
Equipamentos menos vulneráveis, porque são protegidos por códigos especiais. Mas o doutor Gasson acredita que, logo, logo, as nossas vidas também poderão depender do combate ao vírus cibernético.
Fonte: Jornal Nacional, 01/06/2010
Acesse o link abaixo e abra a reportagem.
Recrutamento ganha atencao especial na OI - Disciplina: Gestão de Pessoas.
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